Nunca houve destino. Há coincidências e meras oportunidades bem aproveitadas. Se houvesse um livro já escrito com o fim de sua vida, por que se mexer? Por que se levantar de manhã? Ou não se levantar é seu destino?
Entregar a uma força maior o próximo passo? Uma pergunta baseada em teorias que foram baseadas em uma grande mentira. Pense e aja.
A carta que definiria seu futuro estava em suas mãos. Não no destino. No pequeno pedaço de papel havia a pergunta que só o futuro sabia a resposta. Era simples, ser feliz ou miserável. Conseguir ou não conseguir. Ou isto ou aquilo. Não há uma terceira opção para um meio termo de satisfação. Não há uma meia-felicidade. E nunca haverá. E se depender apenas do destino, passará a vida toda pensando em como teria sido se sua vida dependesse de mais ninguém além de você mesmo. Talvez você tivesse sido menos infeliz todos os dias se tivesse sido menos tolo consigo mesmo.